SPOILERS ABAIXO:
Doce,
assim defino esse piloto de The Carrie Diaries. Tenho que dizer que não dava
nada por essa série, principalmente por ser fã de Sex and the City. Decidi
assistir apenas por assistir, mas então me surpreendi.
Primeiramente
algo que me incomodou muito quando a CW deu o sinal verde para que a série
fosse produzida foi à escolha da atriz que interpretaria a marcante Carrie
Bradshaw. Não conhecia muito bem a Anna Sophia Robb, cheguei a imaginar que ela
aparentava ter muito mais idade do que a personagem exigia, mas constatei que
não, ela realmente exala adolescência.
Logo me
encantei com a garota. Impossível falar das aventuras da Carrie e não fazer
comparações entre a série original. Mas que a verdade seja dita, a CW conseguiu
nos apresentar um piloto muito bom, e por sinal criar um verdadeiro reflexo da
Carrie Bradshaw adulta.
The
Carrie Diaries nos mostra a vida de uma típica adolescente de uma cidade pacata
que sonha em conhecer as grandes cidades e viver suas aventuras. SONHAR,
realmente essa é a nossa Carrie.
A série
faz muitas referências a Sex and the City, bem como a narração feita pela
personagem, o jeito de ser da garota nos lembra o da Carrie adulta e até o
jeito como ela senta para escrever, bem como o local escolhido.
A
personagem que nos foi apresentada acabou de perder a mãe, é forte e ao mesmo
tempo é delicada, tem uma irmã pré-adolescente revoltada com as situações da
vida e um pai amoroso. Está passando pelos típicos dramas adolescentes:
Primeiro beijo, ensino médio, virgindade etc. Não é a garota mais popular do
colégio, mas atraiu a atenção do garoto mais cobiçado até então. Alguém quer
algo mais clichê que isso? Mesmo na adolescência nossa pequena Carrie já era
uma boa ouvinte e compartilhava dos segredos com suas amigas. E os gays? A os
gays, eles já a rodeavam.
A série
não tem elementos ousados como a série produzida pela HBO, e nem podia, já que
é algo mais adolescente, porém, não menos gostoso de assistir.
A trilha
sonora é esplêndida. Não sei se sou só eu, mas adoro músicas dos anos 80. A
referência às mudanças que a década provocou no cenário pop também foram
grandes, portanto Madonna não poderia faltar.
Os
personagens são bem construídos e convincentes, não posso reclamar de nenhum. Neste piloto Freema Agyeman apareceu como editora de estilo de uma famosa
revista e, foi com ela que a Carrie se aventurou em um roubo de roupa e em casa
noturna. A adrenalina do novo encanta a garota e é exatamente por isso que a
Carrie tem tanta cede de descobertas.
Espero
que Freema apareça novamente, pois seria um desperdício essa personagem não ser
aproveitado.
Carrie
Bradshaw sempre me surpreende. Não imaginava que sua inspiração era sua mãe que
escrevia para o jornal da cidade e morreu tão jovem com um câncer. Sem menos
esperar os diários que em outrora era de sua mãe se tornaram da Carrie, e desde
então a vontade de escrever surgiu na garota.
Este foi
um dos pilotos mais gostosos que assisti nos últimos tempos, gostei muito. Se
você gosta de uma série mais adolescente com certeza recomendo assistir.
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