SPOILERS ABAIXO:
[Can.
You. Hear. Me?]
AI
MEU DEUS… NÃÃÃO! … EITA! … O QUÊ?... HÃ? JÁ ACABOU? – Acabo de resumir a minha
reação [aposto que a de vocês também] ao ver Zero Day. Todos os núcleos entrando em clímax ao mesmo tempo e a
qualquer momento BUUUM! E isso, de certa forma me passou a impressão de estarem
acompanhando o ritmo da machine, que
tinha poucos horas para zerar.
Sou
daquele tipo de pessoa que se apega nos detalhes: estes para mim fazem a
diferença para melhor ou pior. Ao ver aquela abertura “corrompida”, confesso…
achei o máximo (rs). Dali em diante já tinha ideia do que me esperava. Todo o
episódio me deu uma sensação de deja vú
do final da primeira temporada: Finch nas garras da Super Usuária, Mr. Reese à
sua procura, a machine sendo
novamente o centro das atenções e assim por diante. Todos os pontos que foram
sugeridos nessa 2º temporada (os quais alguns nós comentamos nas reviews anteriores)
explodiram nesse penúltimo episódio, o que nos deixou extasiados e atentos na
frente da TV.
Dentre
esses pontos, está um que vem me incomodando há um certo tempo: Quem realmente
é o Finch? Desde da morte da Stanton (2x13), eu ando desconfiada. Não sei se
vocês lembram, mas quando ela morreu (nem tenho tanta certeza se ela realmente
morreu) ela estava atrás da pessoa responsável pela tentativa de assassinato na
China.
Quando
o carro explodiu, estava escrito no papel: Harold Finch. Fiquei com isso na
cabeça e agora com aqueles flashbacks, essa desconfiança ressurgiu ao ver que,
na verdade, Finch era contra ajudar os casos irrelevantes e quem começou a
fazer o trabalho que hoje é do Finch e
Mr. Reese foi o Nathan. Ouvi-lo dizer que apenas podia dizer “I’m sorry” para
as pessoas que morreriam me surpreendeu. Nem parece o mesmo Finch que
conhecemos (se é que o conhecemos né?). E agora com a acusação que o vírus que
infectou a machine veio do seu
próprio criador… WOW! Como Mr. Reese
falou, ele tem muito o que explicar
Em
meio a uma corrida contra o tempo, achei interessante como os “grupos” se formaram:
Mr. Reese com a Shaw contra a Super Usuária, Finch com a Super Usuária contra a
Decima Technologies. Senti-me numa
caça de gato e rato (rs). O interessante na volta da Super Usuária é a relação
que ela tem com o Harold: Eles são muito parecidos no jeito de pensar e
observar o mundo ao seu redor. Ela o compreende e tem uma consideração pela machine de uma tal forma que chega a
humanizar uma máquina (rs).
Naquele
diálogo, cheguei ao ponto de me perguntar se estavam falando sobre a máquina ou
sobre um ser humano. A questão é que a machine
é muito mais do que uma máquina, é uma inteligência, como ela mesmo disse na 1º
temporada. Resta saber a linha tênue que separa objeto e “humanidade”.
Texto de: Camila Menezes - @milocaam
Veja a promo do episódio:



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