SPOILERS ABAIXO:
A semente
da discórdia.
Mais uma
vez, tivemos um episódio mais focado em introduzir novas tramas e nas intrigas
da corte. A ação foi protelada para o próximo episódio, mas tivemos uma prévia
do que a Floresta Sangrenta e os Pagões podem fazer.
Com a
chegada de Olivia, a ex amante de Francis, Mary precisa lidar com um inimigo
muito mais perigoso; o passado. O retorno do primeiro amor balança o príncipe e
Catherine, que tramou a vinda de Olivia, aproveita da situação para tentar uma
aproximação de Mary.
Na verdade,
a rainha está apenas querendo seguir o velho ditado de manter os inimigos
próximos e assim ter informações que possam destruir a aliança entre Escócia e
França. Mary está tão perturbada pela concorrência que não percebe as
artimanhas da rainha, até Aylee revelar a chantagem que vem sofrendo para
entregar suas cartas para Catherine.
Não
imaginava que Mary fosse descobrir tão rapidamente as armações da futura sogra,
ainda mais deduzir só pelas cartas roubadas de que o retorno de Olivia foi
provocado por Catherine. Talvez tenha subestimado a ingenuidade da rainha da
Escócia.
Quem
ganhou com essa briga e distanciamento de Mary e Francis foi Bash, que pela
primeira vez, desde o piloto, teve aproximação da rainha e pretendente do
irmão. Assim como nos dias atuais, nada como um coração partido e bebidas para
fazer a mocinha procurar consolo em outros braços.
Novamente,
fui pega de surpresa por ganhamos já um beijo entre Bash e Mary, mas adorei! Mesmo
sabendo que a rainha só estava tentando superar sua decepção com Francis e a
decisão dele de manter Olivia na corte, uma clara tentação ao príncipe.
A chegada
de Francis para presenciar o beijo foi algo esperado e bem clichê, só que
necessário para abrir caminho para o plano de Catherine de transformar Olivia
na futura rainha da França. Afinal, uma pessoa controladora como ela tem razão;
Nada pior que não conseguir manter as rédeas sobre a futura nora.
Entre os
coadjuvantes, que basicamente são as amigas de Mary, continuamos a ver Greer
tentar resistir aos seus sentimentos pelo garoto da cozinha. A trama é óbvia,
pois ela logo aceita viver um amor de juventude proibido e depois ir atrás do
homem de posses e título para ajudar a família, mas serve para dar um alívio
cômico ao ambiente pesado da corte. Quem não riu com o velho que só sabia falar
sobre pimenta?
O rei
Henry não estava na corte, mas nem por isso deixou de causar confusão.
Catherine revela para Mary sobre o caso de Kenna com seu marido, deixando a
rainha da Escócia revoltada com a decisão da amiga. Kenna não
aceita os conselhos de Mary, ficando na defensiva e reafirmando aceitar o posto
de amante, que Henry a ofereceu. Fico só imaginando se precisará Diane, a
amante oficial aparecer, para a trama de Kenna realmente ficar interessante ou
significar algo a mais.
Lola
continua sem história significante e é melhor ficar assim for para inventarem
um romance entre ela e Bash. O filho bastardo do rei tem coisas mais
importantes para se preocupar do que uma paixonite de garota.
Francis
está, obviamente, magoado com o irmão pela “traição” do beijo, Mary irá manter
sua distância por amar seu noivo e os pagões querem vingança. A tentativa de
salvar uma pessoa pode custar a vida de Bash, pois ou ele escolhe alguém para
cumprir o sacrifício ou pagará sua intromissão com a própria vida.
E é com
essa ameaça aberta, seguida de um suicídio, que termina o episódio com a
promessa de uma história mística, interessante e perigosa. As forças negras
irão atacar a Corte Francesa e Bash é o principal alvo delas.
#ThatsMyOpinion
Assista a promo do próximo episódio:



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