SPOILERS ABAIXO:
Tudo
que esperamos de um episódio antes de um hiato é que ele seja bombástico, cheio
de revelações, com bastante ação e que nos deixe com bastante curiosidade. Esse
nem de longe foi um episódio como “Anslo Garrick, part 2”. Foi um episódio mais
focado em Liz e Tom, na relação deles. E já que parecia que Liz estava
ignorando os problemas em seu casamento e tinha decidido adotar um bebê, Red
entrou em cena e apresentou o número 64 da Blacklist. A agência de adoção Cyprus,
serviu mais para Liz cair em si do que para qualquer outra coisa.
“A agência Cyprus oferece uma promessa. Algo muito especial:
perfeição.”
Uma agência de adoção suspeita no momento em que Liz estava
passando foi mais uma ironia de Red, ela encarou o caso com vontade e o resolveu.
Owen Mallory (ou Michael Shaw) foi o vilão por trás da agência, mentor de tudo
e o pai das crianças geradas pela Cyprus. Assim como o criminoso anterior esse
não chegou a me animar muito, mas se o objetivo dos roteiristas era fazer Liz perceber
os problemas de sua relação com Tom, eles conseguiram.
A parte mais interessante do episódio ficou por conta de Red
e Meera, no episódio passado pareceu que Meera era a espiã, mas na verdade não
era. Tivemos uma boa cena entre eles e o papel de achar quem tinha vazado as
informações ficou com Meera. Ela investigou e conseguiu, quem vazou as
informações foi Diane Fowler.
A cena
entre Reddington e Diane foi maravilhosa, sempre fico encantada com a genialidade
de James Spader. Na cena tudo foi muito bom, a atuação
dos dois e principalmente a forma como Red colocou a velha estranha (palavras
do próprio) em seu lugar. Diane sabia o que aconteceu com a família dele e pudemos
sentir sua dor quando ela mencionou. Considerando tudo o episódio foi válido,
foi bem mais parado do que eu esperava mas era necessário que a relação da Liz
e Tom fosse explorada. As respostas que precisamos vão ficar para os próximos
episódios.
The Blacklist só volta dia 24/02.
Assista a promo desse episódio:



0 Comentário(s)