Nossa nova coluna "Polêmica Da Vez" tem dado o que falar. Sempre encima dos assuntos mais quentes do momento, iremos reunir diversas opiniões para abrir com vocês um grande debate. Venha com agente.
FABIANO OLIVEIRA
O reality musical, idealizado em Israel, é exibido nas noites de
domingo pela Globo, estreou dia 06/04/14 e não me agradou; levando em
consideração as redes sociais, nem o grande público.
O programa conta com o cenário bem produzido e bandas bem selecionadas,
no entanto, por ser interativo, a aprovação para a próxima fase fica a mercê do
público, graças a isso vemos até os menos talentosos passarem, simplesmente por
preferências pessoais ou culturais. Mas quem é o verdadeiro culpado?
A emissora carioca pecou ao não deixar as regras do programa claras. Os
jurados ainda estão perdidos e não realizam críticas verdadeiramente
construtivas, salve raros momentos de Dinho e Ivete. O poder de voto dos
jurados, supostamente experts no assunto, vale menos do que o do público,
quando na verdade deveria ser ao contrário.
Na tentativa de criar uma rivalidade entre Dinho, Ivete e Fábio, para
deixar o programa mais interessante, Fernanda Lima até os instiga, mas o que
vemos é um coleguismo chato e insosso, já que eles não conseguem formular suas
preferências.
O programa ganha o público pela qualidade das bandas, que em grande
parte é composta de profissionais que realmente sabem o que estão fazendo, e
até mesmo por se tratar de um reality musical, fórmula essa famosa pelo mundo.
Mas até quando?
Certeza só tenho de que a emissora por muitas vezes perdeu o pódio no
ibope para o SBT, graças ao programa do simpático Silvio Santos.
LORENA ALVARENGA
Eu sou bastante fã de reality musical e me
interessei bastante quando vi que a globo iria lançar o Superstar, achei a
ideia bastante interessante e nova já que nunca acompanhei um com bandas, mas a
ideia foi muito mal executada.
O programa é bem bagunçado e nem a Fernanda Lima
que é a apresentadora “principal” consegue lidar com tanta loucura, a impressão
que eu tenho é que tanto os jurados quanto os apresentadores estão perdidos. É
bem verdade que desde a estreia algumas coisas mudaram como, o modo de escolher
quem será o padrinho de cada banda e isso diminuiu um pouco a confusão, mas
algumas coisas ainda precisam de ajuste.
Eu até gosto da Fernanda Lima com apresentadora,
ela não é brilhante, mas gosto dela. O André Marques não parece ter utilidade
no programa e quanto a Fernanda Paes Leme eu gosto dos momentos em que ela
aparece, são sempre divertidos. Dos jurados e até do programa inteiro a Ivete é
o destaque, não que eu concorde com tudo o que ela fala ou em quem vota, mas os
comentários dela são sempre engraçados e no meio dos outros jurados ela sempre sobressai.
A qualidade das bandas é meio assustadora, algumas
bandas que não deveriam passar passaram e algumas que deveriam não conseguiram,
mas vamos esperar que as coisas melhorem.
ALVARO LUIZ MATOS
A Rede Globo de televisão mostra sinais de cansaço
faz algum tempo, vários novos programas, novos formatos, alguns projetos sendo
arriscados e alguma certa incompetência aparecendo.
Quem dizia que o Boninho era o cara dos “Realitys”
na Globo já percebeu um The Voice abaixo do apresentado fora do país (muito
mais pela falta de organização do que pelos talentos) e agora vem mostrar que
não da certo um programa ao vivo sobre o seu gerenciamento.
Os primeiros programas foram bem sofridos por diversos
motivos, mas um em geral me incomoda. A Globo tem muita gente na geladeira e
anda tentando agradar a todos. Me diz qual a necessidade do André Marques e
ainda da Fernanda Paes Lemes nos bastidores? Apenas um seria suficiente (De
preferência a Fernanda Paes Lemes).
André marques que por sinal já irritou nossa linda
apresentadora várias vezes com comentários imprudentes e desnecessários.
Fernanda lima que por sinal é uma das únicas coisas boas que vimos no programa,
já que a garota se desdobra ao máximo para fazer o programa acontecer da forma
correta.
Por fim, a ideia é ótima, o formato pode fazer com
que o Brasil encontre enfim uma nova banda que caia no gosto do público, mas o
programa em si está muito aquém.
POLIANA MENDES
Quando a globo anunciou que faria a versão do
reality israelense eu fiquei animada, por conta do formato do mesmo, no qual
nós espectadores faríamos a diferença desde o início. A bancada de jurados também
me agradou, sou fã declarada de Ivete e sua alegria e piadas seria interessante
para a dinâmica do programa. Quando descobri que Fernanda Lima seria a
apresentadora o interesse só foi aumentando, pensei que não tinha como dar
errado, mas ai vi que era Boninho o responsável pelo reality e já comecei a
ficar com o pé atrás.
A estreia veio e com ela inúmeros problemas, pelo
programa ser ao vivo, é necessário muito ensaio anteriormente para que tudo vá
bem e não foi bem isso que aconteceu. Os jurados não sabiam o que estavam
fazendo, Fernanda Lima não sabia como conduzir tudo aquilo, o aplicativo não
funcionou, foi um verdadeiro desastre, absolutamente NADA funcionou. O segundo
e o terceiro episódio foram melhorando, quer dizer, foram ficando menos ruins,
a interação entre os jurados já estava mais interessante e Fernanda Lima estava
fazendo das tripas o coração para conseguir entregar algo no mínimo
"assistível".
A impressão final que ficou foi que o programa
precisava de mais tempo de planejamento para ir ao ar, a versão americana
estreará nesse ano e aí é que as críticas virão duramente, já que sem nenhuma
versão para comparação já estamos achando bem ruim, imagina quando vier uma
boa. E a minha aposta é que SuperStar não passará de uma temporada por conta de
todos os problemas até aqui observados.
Gostou da nossa nova coluna "Polêmica da Vez"?
Deixe a sua dica sobre qual deve ser a próxima polêmica.



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