SPOILERS ABAIXO:
Com a mesma Piper do piloto, confusa e sem saber seu
destino, começamos a segunda temporada.
Interessante revermos a protagonista sem controle da situação novamente, sendo levada para outro lugar e deixando todos nós morrendo de curiosidade. A pergunta se Pennsatucky estava viva ou não pairou o primeiro episódio inteiro, dando um bom começo e mostrando que teríamos mais violência e intensidade nessa segunda temporada.
Interessante revermos a protagonista sem controle da situação novamente, sendo levada para outro lugar e deixando todos nós morrendo de curiosidade. A pergunta se Pennsatucky estava viva ou não pairou o primeiro episódio inteiro, dando um bom começo e mostrando que teríamos mais violência e intensidade nessa segunda temporada.
Além de mais agressividade, vimos mais flashbacks e
conhecemos melhor personagens como Poussey, Crazy Eyes, Vee, Taystee, Morello e
Gloria. Em outros textos sobre a série citei a importância das detentas, elas
são o que mais atrai os espectadores e a prova do sucesso das coadjuvantes é o
segundo episódio dessa temporada que foi totalmente sem Piper. Pessoalmente
quando assisti o primeiro episódio fiquei um pouco desesperada por não ver
ninguém de Litchfield e assustei com a possibilidade de não termos continuidade
nas histórias que ficariam para trás.
O que mais teve valor nessa temporada foi a vida que
descobrimos por trás de várias detentas. Quem imaginaria que Crazy Eyes foi uma
criança adotada, que teve que se adaptar a uma vida cheia de racismo, ou então
que Morello nunca foi realmente uma noiva, que Christopher é quem a colocou por
trás das grades. É exatamente informações como essas que me deixam querendo
mais e mais da série, não temos realmente uma protagonista, todos os seus
personagens possuem um encanto e algo novo em sua história.
Junto com as mulheres que já conhecíamos, a novata Vee também
ganhou bastante destaque. A nova vilã foi praticamente um enigma, não sabíamos o
que ela estava planejando, de um jeito misterioso e nunca revelando o que
faria, vimos a sua turma crescendo aos poucos e Crazy Eyes tornando-se quase
que uma filha. Por outro lado, vimos a ligação entre Vee e Taystee, entendemos
o porquê dela se encontrar em Litchfield e como levava seu dia a dia antes da
prisão.
Não posso terminar esse texto sem citar Alex, que deu uma
volta tremenda, mudando totalmente o julgamento de Piper. Com muitos
flashbacks, tentamos entender se essas duas têm ou não chances de voltarem a
ficar juntas. Ainda não torço por esse casal, não consigo ver romance, só uma
amizade bem desgastada.
Resumindo, Orange is The New Black é uma série espetacular
principalmente por causa de um elenco talentosíssimo. A carga emocional que
cada uma delas leva é enorme, possuem uma transição tão suave entre o humor e o
drama, aborda assuntos polêmicos de uma forma tranquila e natural, não possui
nenhum exageros e mais uma vez provou o seu valor com essa segunda temporada.
A Netflix permite que a série tenha essa grandiosidade, caso
OITNB fosse transmitida por um canal conservador com certeza teríamos uma
privação muito maior, fazendo com que qualquer termo mais ousado fosse evitado.
Palmas para a produção incrível que há por trás dessa série que manteve o
sucesso.
Cadê 2015?
Obs.:
Como que arranjaram atores mirins tão parecidos com as
personagens? Achei inacreditável.
Deixe seu comentário e veja a promo da temporada.
Deixe seu comentário e veja a promo da temporada.
Por: Juliane Santana
Assista o trailer da segunda temporada:



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