Para ser sincero eu só não entendi aquele inglês
orelhudo durante o episódio, mas deu para rir horrores.
Resolvi começar falando do núcleo cômico. Louis sempre foi utilizado para dar alivio a
episódios tensos e nunca nos decepcionou. Dessa vez o roteiro resolveu criar um
contraponto para as suas competições e isso saiu melhor do que a encomenda.
A primeira parte do episódio foi toda construída
com processos transitórios e de desenvolvimento. Além dessa parte um pouco mais
descontraída que o comum, o roteiro começou o episódio de forma lenta e
vagarosa contrariando as expectativas, já que esperávamos por um episódio um
tanto quanto corrido.
Sinceramente eu até prefiro que tenha sido dessa forma, pois assim podemos ver que o roteiro se preocupa em preparar os fatos sem que faça deles um objeto de aceitação (nos fazendo engolir fatos sem que haja contexto).
Sinceramente eu até prefiro que tenha sido dessa forma, pois assim podemos ver que o roteiro se preocupa em preparar os fatos sem que faça deles um objeto de aceitação (nos fazendo engolir fatos sem que haja contexto).
E para quem achou que o episódio iria terminar com
um grande arco para a temporada seguinte eu lhes digo, não será bem assim.
Costumo dizer que para que uma série seja
alucinantemente boa ela precisa primeiro passar pela calmaria. Essa calmaria
não significa que a Suits passe por um momento ruim e sim por um momento de
desconstrução e reformulação. A temporada seguinte terá novos aspectos a serem
abordados como um novo sócio na empresa, um Harvey muito mais “manso”, Mike
perdido e tentando se reencontrar em Rachael e alguns novos romances amorosos
como Scottie e Harvey.
Assista a promo do episódio:



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