Olá visitantes do ANIME EM FOCO, sejam bem vindos!
Hoje escrevo sobre uma coisa diferente. Como já devo
ter deixado claro não tenho a intenção de trazer novidades e sim de manter vivo
na memória de todos coisas que não podem simplesmente morrer como sempre foi feito com Mickey, Barbie e tantos outros.
Por isso escrevo sobre quadrinhos. Isso... nossas tão
queridas HQs. Para começar a escrever sobre, li e vou contar desde a
primeira revista do maior grupo de mutantes do mundo os X-Men.
A Marvel que me desculpe, mas, não vou deixar essa equipe morrer
por conta de uma "catapora" como eles querem nas revistas atuais.
Então, pois bem, num belo dia no ano de 1963 na escola para
mutantes do Professor X, um grupo de adolescente é chamado por seu professor -
Xavier - para uma rápida apresentação. São eles: Ciclope, Fera (numa aparência
mais humana), Anjo e o Homem de Gelo (que parece mais um boneco que um ser
humano). Neste mesmo dia chega a escola uma nova adolescente seu
nome Jean Grey, e passa a adotar o nome de Garota Marvel (nossa!).
Bom, nesta primeira edição não é citado a segregação entre humanos e mutantes, mas sim destacado que os humanos consideram os X-Men como super-heróis, sempre prontos e capazes de derrotar qualquer ameaça surgida.
Mas desde este início é destacado que existem vilões entre
os mutantes e que esses querem sim dominar o planeta, planeta no qual eles dominam e ordenam, pois já acreditavam e sabiam serem seres superiores e
para liderá-los ninguém menos que - claro - Magneto.
Faço aqui uma pequena comparação. No desenho de 1992
no episódio dois ou três, Magneto tem a mesma ação: invadir uma base do exército
e lançar foguetes contra os humanos; no gibi eram ogivas nucleares.
Com um desenho de
contorno forte e pequenos detalhes em expressões e mobilhado de cenário, a
criação da lenda viva o Sr. Stan Lee junto com Jack Kirby tem um início como a
grande maioria das série: meio morno, os heróis são bonzinhos demais, os adolescentes
são irresponsáveis e vão aos poucos amadurecendo.
Aos poucos vou contando as coisas que vou lendo, afinal são 52
anos de atraso e vou ter bastante coisa pra contar. Vida longa aos mutantes
X-Men.
Esse texto foi escrito por: Robson Barreto


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