Faço questão de deixar claro que a série puxa para
o esse lado fantasioso já que muitos críticos teimam em
analisá-la como se a série quisesse se fazer realista (encontrando, dessa
forma, diversos erros). Para que essa injustiça não seja feita é importante
aceitar que a série não se julga realística e desenvolve toda a sua atmosfera através
da história que nos apresenta.
Hood (nosso personagem principal) utiliza o nome de
um xerife que coincidentemente acaba morrendo no primeiro episódio e aproveita
essa brecha para entrar na cidade em que sua ex-namorada (e parceira de crime)
vive. Ele passou vários anos preso por tentar roupar Rabbit, um poderoso chefão
da máfia ucraniana, e por lá teve muita dificuldade de se manter vivo.
A partir desse momento é nos apresentado a pequena
cidade que vive em clima pacífico mesmo tendo dois lados opostos muito bem
destacados. Proctor é o grande vilão da cidade, mas faz de tudo para levar ao
local todo o entretenimento e crescimento que pode, sendo um vilão um pouco
diferente do que estamos acostumados.
Temos também Anastasia (filha de Rabbit) que adotou
o nome de Carrie e constituiu uma família na cidade; Sugar, um dono de bar e ex-boxeador
profissional; Job, um traveco impressionantemente engraçado e irônico; e outros
personagens menos ou mais importantes.
Para não me estender demais na história e
transformar esse texto em uma sinopse, vale destacar o roteiro da série. Com a
eminência de que Rabbit descubra o local onde estão às pessoas que te roubou o
roteiro procura criar cenas de ação e tensão, fazendo com que a série ganhe em
dinâmica e velocidade.
Toda a atmosfera da série, assim como os diálogos, é
interessante. Banshee abusa de cenas fortes e mostra muito sangue, sexo e abusos
com naturalidade, vale conferir.
Esse texto foi escrito por: AlvaroLuizMatos
Assista a promo da série:


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