Desde 2009 várias
histórias foram iniciadas por mim, mas nenhuma delas tiveram algum final. Obviamente
elas eram em um estilo bem Meg Cabot, as obras da autora eram o que predominava
na minha lista de leitura durante o começo da minha adolescência. Mas
finalmente aconteceu. Finalizei um livro. Não é tipo Meg Cabot, na verdade, não
tem nada haver com ela. É um romance policial e, para ser mais específica, tem
serial killer. Se é como a série Dexter? Não e, inclusive, espero que o final
da minha história tenha sido melhor do que o da série (pelo menos ninguém vira
lenhador). Ainda não está colocando muita fé? Leia a sinopse!
Forest Hill, 2013. A
cidade está em tensão, ninguém sabe quem será o próximo, bom, devido aos
últimos três corpos encontrados, garotas loiras são as que correm mais perigo.
Alguns meses atrás ninguém naquela pacata cidade poderia imaginar que alguém
entre eles, algum vizinho, amigo, ou conhecido poderia ceder à loucura e
começar a caçar pessoas para matar. Mas agora está tudo diferente, todos são
suspeitos. A polícia trabalha sem descanso em busca do responsável, mas quem
está por trás disso é alguém bem engenhoso, sabe muito bem onde agir e como
agir. O telefone não para de tocar, são cidadãos apavorados que dão nomes
aleatórios somente para que aja uma prisão logo, isso faz com que as
investigações não avancem da maneira desejada. O resultado? Após 10 meses e com
um saldo de 6 jovens mulheres encontradas mortas na região do pântano próximo a
cidade, o assassino simplesmente parou de atacar. Nunca fora pego.
Forest Hill, 2015.
Lentamente a cidade voltou ao seu ritmo, o medo aos poucos havia desaparecido e
os moradores passaram a sorrir com mais frequência. Sophie Fields voltou há
alguns meses para a cidade, formada em artes visuais, seu senso de dever a faz
ajudar a mãe na padaria. Josh Sanders é filho de um conhecido detetive da
cidade e, por consequência, acabou se tornando um. Tanto pai como filho
trabalharam no caso Maníaco do Pântano, que assolou a cidade há dois anos,
depois disso o pai se aposentou e o filho agora é o único Sanders detetive.
(Im)Perfeição é
narrado através das perspectivas de Sophie e Josh, dois jovens que, em meio a
um romance, descobrem que o terror que todos pensavam ter acabado, decidiu
voltar.
Foi em 2013 que tive
a ideia para esse livro. Sabe, quando você gosta muito de um assunto e passa a
assistir direto canais de televisão que tratam somente sobre isso, coisas assim
acontecem, como por exemplo, se inspirar para escrever uma história. Ou seja,
eu, uma pessoa fascinada por seriais killers e suas mentes particulares, caí na
armadilha de assistir quase todos os dias durante um mês os canais BIO (rest in
peace, querido canal) e ID. O resultado foi eu saindo igual uma louca anotando
toda as ideias para a história em folhas sulfites. Estava viajando na época,
fiquei super ansiosa em voltar pra minha casa e enfim começar a escrever.
Construí a personalidade e biografia de todos os personagens, o enredo e até
mesmo o roteiro! Mas como nem tudo são flores na vida de quem não tem muito
foco, demorou dois anos para finalizar essa história. É que assim, quando você
entra no ritmo da escrita, qualquer coisa que você lê e escuta já pode virar
uma baita história. Então não resistia uma única vez. Deixava de lado meu livro
e começava a escrever as novas histórias. E foram muitas. Quando algum autor
e/ou autora disser que essa vida é viciante, acredite, ela é. A pesquisas para
a história são constantes, nós nunca temos a certeza de que conseguimos ser
crível, por mais leitura e documentários que passem em nossas mãos, e isso de
certa forma é divertido. Se aprofundar em um assunto (ou em vários) de
interesse é apaixonante. Nem mesmo sei mais os caminhos que percorri para
aprender mais sobre a polícia estadunidense, serial killer e sobre o corpo
humano, apenas sei que o conhecimento que adquiri tá guardadinho.
Mas após muitas unhas
roídas, paranóias criadas e ansiedade corroendo, meu livro finalmente estará
disponível para o público! A cada momento em que eu avançava na escrita, mais
experiência, mais conhecimento a respeito da área eu conseguia absorver. Mesmo
sendo ao quebrar a cara sozinha ou observando conversas que amigos escritores
tinham entre si (eu, a bobona, a princípio não entendendo patavinas do que eles
diziam). Tive amigos incríveis, tanto pela internet como fora dela, que sempre
me incentivaram a continuar, mesmo quando eu achava que escrevia da pior
maneira possível - essa mania da autocrítica sempre vai perseguir quem gosta de
criar. Até que, enfim, ficou pronto!
Aí a outra ansiedade
começou: a da edição. Nunca havia diagramado livro e o tanto de projeto feito e
excluído para a capa ainda há de ser contado. Parecia que nada estava bom. Tudo
parecia raso e mal feito. Ah, a autocrítica! Mas então, aos poucos, as coisas
começaram a caminhar, a capa saiu e por fim os marcadores.
O tipo de publicação?
Decidi pela independente, aquela em que é o autor a pessoa responsável por
absolutamente tudo, desde revisão até distribuição. Todas as etapas foram
cumpridas! E agora? Agora é hora do lançamento! Onde e quando? Olha aí
NIS Café Cultural
23/04/2016 - 16h
Rua São Félix, 47 -
Vilas Boas. Campo Grande/MS
Todos estão
convidados! Os livros serão vendidos no local


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