SPOILERS ABAIXO
Certo, vamos lá!
Não poderíamos esperar menos, Christine
mostra de quem é filha e, como a mãe, nunca tirou um B (até agora). O orgulho dos
pais é visível causado pelas boas notas da pequena notável.
Seja bem-vindo de volta Dr. Hodgins, temos
o "King of the lab" tentando deixar para traz as aflições e querendo
aproveitar as coisas boas que ainda lhe restam, a Ângela fica na seção de
coisas boas Dr. Hodgins, não deixe que a dor e tristeza lhe tirem o sorriso e a
genialidade. Apesar dos diamantes nossa artista se encanta com os pequenos
detalhes do mundo, e da vida com sua gentileza, a vida nem sempre pega leve e
quando pega pesado, deixa marcas para sempre. Ainda falta acertar o tom entre
Hodgins e Ângela, mas até que enfim ele
parou de achar que tem que ser infeliz e carregar todos nesse precipício.
Dr. Wells aparentemente quer os pontos que
lhe faltam para o doutorado em ser um pé no saco, mesmo sendo um polímata, de
crianças e a alegria que elas causam por apenas existirem em nossas vidas o
senhor não entende. Christine sempre vai ser um gênio para a mãe, mesmo que em
seus desenhos a Dr. Brennan tenha 14 dedos. Não me agrada essa intromissão do Oliver na vida pessoal da Brennan,
como se tudo pudesse ser analisado cientificamente, é absurdo a premissa de que
a Christine vai ter a vida analisada quando a figura completa não fizer
sentido.
A aposta entre a Dr. Brennan e o Dr. Wells
foi o ponto alto do episódio, nem caso foi tão interessante quanto, com a
sinceridade expoente o interno foi capaz de fazer a doutora apostar a favor de
sua filha e me diga quem não arriscaria tal feito? E o prêmio? Amigos, o que
esperar de dois gênios, que não poupam em sinceridade e são os melhores no que
fazem? Claro que a Dr. Brennan discordaria de mim, ela é a melhor. Desde que chegou no Jeffersonian o bonito
tenta provar-se melhor e sempre deixa alguma ponta solta e dessa vez concordo com
o Booth; ninguém gosta dele.
Booth sempre é o toque de simplicidade
quando todas as opções se esgotam para Brennan, comprovando ser a voz emocional de um mundo repleto de padrões e
analises cientificas, às vezes, um telefonema basta.
Essa parece ser uma sequência de episódios
aleatórios, que mantem a qualidade e são apenas sucessões até a finale. Ainda que suspiramos com a series finale,
não há motivos para episódios mornos, pelo contrário, queremos cenas e casos
que nos prendam e nos façam querer mais 20 temporadas.
Que comece a contagem regressiva que faz
nossos corações chorarem de saudades um minuto após assistir o episódio.
Esse texto foi escrito por: Janaína Nascimento


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