Fazia muito tempo que esperava ansiosamente por escrever essa review, me preparei de diversas formas, para todas as maneiras que pensei serem possíveis e mesmo assim me vejo sem palavras. Não poupo elogios para com Orphan Black, e esse episódio só me fez ter mais orgulho por tudo que envolve, e me envolve, nessa série.
Venho destacando em reviews passadas, como estava sendo uma característica dessa season focar em um personagem para contar uma determinada parte da história e desenvolvê-la, mas, em The Mitigation of Competition, o que aconteceu foi uma convergência de plots, e eu realmente preciso ressaltar isso aqui, muitas séries trabalham dessa forma, mas pouquíssimas atingem um nível como o de Orphan Black. Deixando a parte técnica de lado, por enquanto, acompanhamos Rachel e Sarah em sua nada comum, parceria, que não é de forma alguma fácil para ambos os lados, o desconforto é visível a quilômetros e a desconfiança nem se fala. Eu torci para que essa dupla desse certo, o que de certa forma deu, mas venhamos e convenhamos, Rachel tem um jeito único de controlar tudo e todos, e em uma manobra, digna de Mrs. S, ela teoricamente acabou com o poder da Evie e ainda jogou uma bomba chamada imprensa no colo da Neovolução. Só que a ressalvas amigos, sim, Rachel ajudou suas irmãs, mas não por fidelidade a elas, e afinal, não ficou claro se o que ela fez foi para assim poder tomar a frente da segurança do projeto LEDA ou se foi apenas uma questão de adquirir poder, se esse for o caso haverá consequência, e eu realmente espero mais dessa finale, do que novamente um embate entre Rachel e Sarah!
Ainda sobre Rachel, agora sobre suas visões, que nos levaram para a tão aguardada volta da doutora Delphine Cormier(vou poupá-los da minha empolgação mas saibam que não foi pouca), que em meio a uma sequência de cenas desconexas de o que parecia ser algum tipo de organização, foi introduzida em uma sala totalmente caracterizada, deixando as interrogações para serem respondidas nos últimos suspiros. Então, o que eu tiro de toda essa situação é que ela acabou se envolvendo com algo importante e terá ligação direta com o desfecho ou quem sabe o início de uma outra história, mas enfim, seja o que for só saberemos na finale.
Alison e Cosima estão em suas próprias cruzadas. A cientista em mais uma busca para a cura junto com Susan, o que nos rendeu um fofíssimo encontro com Charlotte, e mais um pouco de conhecimento sobre os neovolucionistas. Já Alison se viu presa em uma crise de fé, e quem mais para ajudá-la com isso do que Helena? Esse jogo de religiosidade sendo sempre ligado subjetivamente a ela, nunca me cansa, e sempre me desperta uma certa curiosidade sobre o passado da mesma. A família Hendrix tem mais um corpo para esconder, e aí onde vai ser dessa vez?
Caracterizo esse episódio como aquele que você assiste vezes seguidas e a fluidez dele não decepciona, além de, trazer conflitos e aparições necessárias para as conclusões devidas, deixando o palco preparado para o final. Então, espero vocês ansiosamente e já com saudades para o último episódio da temporada.
Ainda sobre Rachel, agora sobre suas visões, que nos levaram para a tão aguardada volta da doutora Delphine Cormier(vou poupá-los da minha empolgação mas saibam que não foi pouca), que em meio a uma sequência de cenas desconexas de o que parecia ser algum tipo de organização, foi introduzida em uma sala totalmente caracterizada, deixando as interrogações para serem respondidas nos últimos suspiros. Então, o que eu tiro de toda essa situação é que ela acabou se envolvendo com algo importante e terá ligação direta com o desfecho ou quem sabe o início de uma outra história, mas enfim, seja o que for só saberemos na finale.
Alison e Cosima estão em suas próprias cruzadas. A cientista em mais uma busca para a cura junto com Susan, o que nos rendeu um fofíssimo encontro com Charlotte, e mais um pouco de conhecimento sobre os neovolucionistas. Já Alison se viu presa em uma crise de fé, e quem mais para ajudá-la com isso do que Helena? Esse jogo de religiosidade sendo sempre ligado subjetivamente a ela, nunca me cansa, e sempre me desperta uma certa curiosidade sobre o passado da mesma. A família Hendrix tem mais um corpo para esconder, e aí onde vai ser dessa vez?
Caracterizo esse episódio como aquele que você assiste vezes seguidas e a fluidez dele não decepciona, além de, trazer conflitos e aparições necessárias para as conclusões devidas, deixando o palco preparado para o final. Então, espero vocês ansiosamente e já com saudades para o último episódio da temporada.


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