Mulher Maravilha é a nova produção da DC, que pela primeira
vez introduz um filme solo de uma super heroína, sendo que a última vez que a
Amazona teve tanto destaque em algum projeto solo, foi na década de 70, com a
série estadounidense que tinha como protagonista Lynda Carter.
A estreia da película foi feita em melhor hora, com todo o debate sobre o empoderamento feminino, mostrando a história da primeira heroína dos quadrinhos e mostrando que as mulheres podem (e devem) salvar o mundo se quiserem!
Sempre que vejo filmes desse gênero me imagino nas cenas, lutando contra os vilões e salvando o dia, mas sempre as heroínas ficavam em segundo plano, o que me deixava um pouco triste, porém continuava acompanhando esse gênero de filme. Quando soube que iriam fazer um filme da Mulher Maravilha fiquei feliz, pois iria ver uma protagonista forte e feminina que eu acompanhava nos quadrinhos, na grande tela.
A estreia da película foi feita em melhor hora, com todo o debate sobre o empoderamento feminino, mostrando a história da primeira heroína dos quadrinhos e mostrando que as mulheres podem (e devem) salvar o mundo se quiserem!
Sempre que vejo filmes desse gênero me imagino nas cenas, lutando contra os vilões e salvando o dia, mas sempre as heroínas ficavam em segundo plano, o que me deixava um pouco triste, porém continuava acompanhando esse gênero de filme. Quando soube que iriam fazer um filme da Mulher Maravilha fiquei feliz, pois iria ver uma protagonista forte e feminina que eu acompanhava nos quadrinhos, na grande tela.
Agora a Mulher Maravilha ganha vida na pele da atriz Gal
Gadot. Muitos tinham suas dúvidas se seria a melhor escolha para
estrelar o filme, mas essas dúvidas foram logo deixadas de lado, no momento que
Gal rouba a cena em Batman VS Superman: A origem da justiça.
O filme começa nos dias atuais, com a protagonista em
Paris relembrando de seu passado ao receber uma foto. Somos levados aos
primeiros anos da infância de Dianna, que cresceu junto com as demais
Amazonas na Ilha de Themyscira. Ela passa o tempo todo pela vigilância de sua
mãe, a Rainha Hippolyta (Connie Nielsen), mas ao mesmo tempo é treinada
para se tornar a melhor guerreira possível por sua tia, a General Antíope
(Robbie Wright).
No momento de sua infância, é mostrado seus sentimentos, sua inocência, assim como sua paixão para ser a melhor Amazona da ilha, isso faz com que o leitor se apegue à personagem, que mostra que para ser uma heroína não precisa de muito, só precisa dar o melhor de si e acreditar na bondade das pessoas.
No momento de sua infância, é mostrado seus sentimentos, sua inocência, assim como sua paixão para ser a melhor Amazona da ilha, isso faz com que o leitor se apegue à personagem, que mostra que para ser uma heroína não precisa de muito, só precisa dar o melhor de si e acreditar na bondade das pessoas.
A vida da princesa muda quando ela resgata o capitão
Steve Rogers (Chris Pine) enquanto fugia do exercito alemão na Primeira Guerra Mundial,
ele conta a ela todos os horrores que a guerra está causando, e ela diz
que toda a culpa disso é do Deus da Guerra, Ares, e com a esperança de que pode
mudar as coisas se junta ao capitão para que possam salvar o mundo, e a
química entre os protagonista é mostrada desde o começo, de maneira que cativa
o público a torcer pelo possível casal.
A trama é leve e divertida, comparada às demais produções dos filmes de heróis da DC comics, mas a direção de Patty
Jenkins, que tinha essa ideia de produzir um filme solo da Mulher Maravilha
desde 2003, traz ao público assuntos muito debatidos pela mídia, como de
que o lugar das mulheres é onde elas bem entenderem, além de mostrar o machismo
presente por alguns, e como Dianna quebra isso mostrando seu potencial e
muitas vezes com comentários sarcásticos sobre o assunto.
A escolha da Diretora de debater temas como o feminismo
de maneira leve e quase sátira pelas respostas dadas pela protagonista cai bem, e outro
ponto que ganha destaque é o timing perfeito das piadas que traz a leveza ao
filme, que contrasta com as cenas de batalha, muito bem dirigidas.
Um ponto negativo do filme é a maneira com que a tropa que
ajuda a heroína é mostrada, todos os homens que a ajudam tem suas próprias histórias
que parecem ser interessantes, porém elas são pouco desenvolvidas, e
transformam os personagens quase como escada para a Mulher Maravilha.
Não só é mostrado para o público as características
fortes, de quem poderia enfrentar um batalhão inteiro sozinha se quisesse, como também é
mostrado o lado humano e quase que inocente da protagonista, que acredita na
bondade das pessoas e acima de tudo no amor, o que torna o filme a mistura
perfeita entre o fantástico e a realidade.
O
roteiro escrito por Geoff Johns e Allan Heinberg não
deixa pontas soltas e é escrito de maneira simples, o que mostra grande carga
emocional e cativa o público, talvez a única coisa que deixe um pouco a desejar
no filme é como o vilão Ares é introduzido de maneira apressada na
batalha final do filme.
A trilha sonora composta de Hans Zimmer, que faz alusão à Liga da Justiça, aparece nos momentos de batalha do
filme, que junto com a fotografia, misturando o real com a fantasia,
transforma o filme em uma grande nostalgia, que agrada desde os fãs das HQs até
aqueles que estão em um primeiro contato com a personagem.
Mulher Maravilha é aquele tipo de filme que você sai do cinema encantada e querendo mudar o mundo, do mesmo jeito que a protagonista faz, meninas de todas as idades vão se identificar com a história dela, a DC pode se orgulhar por trazer pela primeira vez à grande tela, um filme na qual a protagonista é uma heroína e é mostrada de maneira tão bem feita.


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