A pessoa que vos escreve passou uns dias doente e
por isso a review de Suits atrasou, apenas hoje consegui ver o episódio
e escrever sobre ele, então vamos lá?
Cada personagem ainda está se encontrando nesse
começo de temporada, nessa nova fase da firma, novos escritórios sendo
organizados, novas aquisições, mas uma coisa que nunca muda são as velhas
brigas e é por elas que vou começar a comentar. Uma coisa que sempre deu o que
falar foi o tanto de tempo que cada personagem passa brigando, e não é brigando
para ganhar seu caso, mas brigando internamente. Mais da metade do episódio é
perdido até que os envolvidos percebam que estão lidando com a situação de
forma errada e, para mim, isso está ficando cansativo.
Harvey e Louis são os primeiros nesse quesito.
Parece que em 7 temporadas, até hoje, não perceberam que a união faz a força e
que conversar, ao invés de soltar os cachorros em cima um do outro, é bem
melhor. Se, por um lado, Harvey começou seu trabalho como Sócio-Gerente da forma
errada, sendo cabeça dura e não ouvindo seus outros sócios, por outro, Louis,
mais uma vez, deixou que seu temperamento forte falasse mais alto e, é claro
que a combinação não foi outra senão briga.
Harvey ainda está se encontrando como Sócio-Gerente
e todos sabemos que não é assim tão fácil acertar de primeira, principalmente
quando se tem uma personalidade forte e se quer mostrar serviço a qualquer
custo. Mas, parece que o advogado, por fim percebeu que não é preciso provar
ser melhor que Jéssica, e sim fazer o necessário pensando na firma e em seu
avanço, a começar por reorganizar as posições de cada um.
E aqui entramos na questão da Donna... me parece
que a personagem retornou para a 7° temporada um pouco (ou muito?) mais
ambiciosa do que o normal. Todos sabemos que Donna está sempre um passo à
frente em tudo o que faz, e, mais uma vez, repito que também sabemos quão
valiosa ela é para a empresa, mas não consigo deixar de pensar igual Katrina
que de secretária à sócia é um salto enorme e isso sem nem ser advogada. Porém,
como vimos, claro que ela sabia que Harvey cairia em si e não levaria o acordo
adiante, tornando-a então a primeira CEO da firma. Ainda não sei bem o que
dizer com relação a isso, mas fico me perguntando de onde vem essa necessidade de
querer mostrar para o mundo que não é apenas uma secretária. Todos queremos
crescer, isso é normal, mas me parece que para Donna não se trata só
disso!
E claro que precisamos falar também em Mike que,
tem plena noção de todo o seu potencial, mas ainda tropeça quando toda a sua
história de ser uma fraude entra em jogo, e é claro que essa história voltaria
à tona, não é? Assim como também é evidente que ele precisaria de umas belas
palavras de incentivo de seu eterno mentor, Harvey. Acho interessante Mike ir
atrás de casos que lhe parecem mais relevantes, seus casos pro-bonos da antiga
empresa, casos em que ele sente que está fazendo a diferença, mas espero que
saibam balancear esses casos com aqueles casos mais corporativos. Casos esses
que estão meio esquecidos enquanto todos se reorganizam!
Só nos resta esperar pelos próximos episódios e ver
que caminhos Harvey, seus sócios e associados irão trilhar no comando da Pearson
Specter Litt agora que ele parece ter se encontrado em seu novo posto.
Ps1. Jéssica já pode voltar para a
série!
Ps2. Como lidar com Harvey todo apaixonadinho?


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