A
vida fora do universo GLOW de Debbie fica bem agitada quando ela chega em casa
e tem uma conversa com o ex-marido. Apesar de assinar o divórcio que ele tanto
queria e tentar seguir em frente, ela tem de lidar com um ex-marido arrependido
que a convida para um jantar em família, que tem tudo para ser um grande desastre, mas a terapia de Mark consegue frutificar no terreno árido de emoções de
Debbie.
Ao
visitar um local com potencial para ser o set de gravação do episódio piloto
para a tv, Ruth e Sam encontram um espaço de tirar o fôlego. Essa é uma das
melhores partes do episódio, pois o que para Ruth e para qualquer outra pessoa
é só um espaço velho e bizarro, para Sam que tem olhos treinados para o
showbusiness é um templo que vai trazer todo o glamour e sucesso que GLOW
precisa ter logo de cara, por minutos ele descreve para uma impressionada Ruth
o que ele enxerga em sua mente e ela e eu entendemos: Sam é realmente um
talento raro como diretor, já como pessoa, bem, nem Jesus agradou a todos não é
mesmo?
O
final do episódio foi um dos momentos mais delicados de toda a temporada em
minha opinião, Ruth tem de tomar uma decisão bem radical e precisa contar com o
suporte de uma pessoa forte, carinhosa e gentil para apoia-la, e quem melhor do
que Sam? Acredite se quiser: deu certo. Os dois juntos têm uma espécie de laço
de amizade e compreensão difícil de acreditar por conta do humor de Sam, mas
eles dão certo. Ponto para o show.


0 Comentário(s)