Ok, essa era a hora em que eu estava esperando uma cena “apocalípticamente”
clássica do Justiceiro cercado de lindas e maravilhosas metralhadoras, subs,
granadas, bombas e todo tipo de armamento lindo e pesado, mas... é! Enfim né?
A verdade é que eu gosto de guerra, luta, em resumo, eu gosto de
violência, mas como a maioria das pessoas, eu não gosto das consequências e
Frank Castle sempre me atraiu por esfregar na minha cara as consequências de
entrar de cabeça nesse mundo. Você colhe o que planta, ou no caso de Castle, as
vezes isso acontece com quem está ao seu redor.
As cenas de interação entre Frank e David estão ficando cada vez
melhores, e quando digo melhores, refiro-me à chantagem. Qual é? No mundo de
Castle ter vantagem sobre um inimigo é primordial e ninguém mais do que ele sabe
a vantagem da família. O que Castle não sabe é que David também sabe
chantagear.
Russo continua contratando seu exército de mercenários, com
aquele papo maravilhoso de vendedor, além, é claro, das comissões serem
maravilhosas. O melhor amigo de Frank, e mais bonito (eu precisava dizer), faz
um favor à Curtis, mas não sabe as consequências do que está pedindo.
A mega operação que Madani e seu parceiro estão organizando para uma
grande apreensão de armas está em andamento, mas eles não contam com um fator
muito importante que vai atrapalhá-los: O Justiceiro. Pelo menos, depois de
tanta trapalhada e fracasso por parte dos tiras, Madani descobre uma verdade
que lhe trouxe sorte: tem um morto muito vivo andando por aí. O que ela vai
fazer com essa informação?


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