Tom Cruise está de volta em um dos papéis mais longevos de toda
sua brilhante carreira no cinema. Ethan Hunt precisa correr contra o tempo e
nesta nova aventura correr contra e ao lado de inimigos um tanto quanto
conhecidos do brasileiro: a burocracia. Sim, ele vai embarcar em uma nova
missão, mas precisa levar o agente August Walker (Henry Cavill), porque a
diretora da CIA não confia em ninguém a não ser em seu próprio assassino para ter
sucesso na missão.
A IMF (Impossible Mission
Force) tira o agente Hunt de suas férias para salvar o mundo de um velho
conhecido que mesmo preso ganhou mais força e notoriedade desde o último filme:
Solomon Lane e seus apóstolos estão dispostos a destruir uma parte do mundo negociando
três ogivas nucleares para deixar uma mensagem bem clara: “Não há paz sem muito
sofrimento antes. Quanto maior o sofrimento, maior a paz.”. Para o
agente Hunt a parte do sofrimento é bem clara.
Efeito Fallout em minha opinião só tem predicados. Desde o elenco
incrível encabeçado pelo cada vez mais ousado Tom Cruise, ao astro Henry Cavill
e seu famoso e controverso bigode, ao engraçado Simon Pegg, passando pela
poderosíssima Angela Basset, além de velhos conhecidos dos fãs da franquia como
o grande amor de Ethan, seu novo affair, entre outros. As cenas de ação são
incrivelmente bem executadas, com a inclusão da sequência em que Tom Cruise se
machucou seriamente, a luta no banheiro de uma boate, além de perseguições,
muito tiro, pancadaria, reviravoltas alucinantes, jogos de espionagem e o
melhor: nada é exaustivo, previsível, ou muito clichê.
Como fã de Tom Cruise e da franquia desde o início, fui ao cinema
com a certeza absoluta de que não me decepcionaria. Mas além de não me
decepcionar fiquei surpresa com a qualidade da história e com a certeza de que
o próximo filme (espero que venha) vai me deixar tão satisfeita quanto Efeito
Fallout.
Sua missão, caso decida aceitá-la, é correr para o cinema e não perder esse filme incrível!


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