Denzel Washington é em minha opinião uma das maiores lendas do
cinema mundial e sinceramente desde que eu comecei há muito tempo a acompanhar
sua carreira nunca, nunca vi um único filme ruim dele. Fui ao cinema com a
certeza absoluta de que não me decepcionaria com um de seus trabalhos mais
recentes: O Protetor 2.
Como o próprio título sugere, o filme é a continuação da
saga de Robert McCall (Denzel Washington), tentando levar uma vida
normal, longe de seu passado como agente de campo da CIA, mais precisamente como
espião e assassino. Mas, como a arte imita a vida sempre surgem situações onde é
preciso agir, e ação é com Robert McCall.
Em uma nova cidade, sempre participativo e cordial com a
vizinhança, Robert trabalha como motorista de aplicativo e é um modelo de
cidadão. Adoro como o talento de Denzel é explorado nas cenas mais diferentes:
desde os momentos explosivos, até a hora em que ele precisa conversar com um
idoso, ou ajudar um garoto a tomar uma decisão correta na vida. Esta última
cena então é bastante marcante, Miles tem a chance de sair do mau caminho e
aprender a dar valor ou criar na marra uma oportunidade para vencer. Além de
ação, o filme tem uma crítica social bem “escrachada” (no melhor dos sentidos).
Tudo corria como de costume, Robert ajudava as pessoas ao seu redor, sempre
que necessário até o assassinato de sua melhor amiga que, graças à ação de um
grupo de mercenários frios e calculistas, faz com que Robert haja e busque justiça
com as próprias mãos. Muita ação e cenas memoráveis de luta, fazem de O Protetor 2 um dos melhores filmes em cartaz no cinema brasileiro.
Denzel Washington e Pedro Pascal protagonizam uma luta final
épica em um filme cheio de adrenalina, ação e tudo o que há de melhor. Espero uma
continuação, ou melhor: para ver Denzel Washington, espero mais cem!

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